Arquivos vendas cursol plataformas de cursos onlinel vender cursos online - Netshow.me https://netshow.me/blog/tag/vendas-cursol-plataformas-de-cursos-onlinel-vender-cursos-online/ Tecnologia de streaming para desenvolver negócios. Fri, 08 Dec 2023 18:17:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.5.2 https://netshow.me/wp-content/uploads/2022/10/cropped-Icone-Netshow.me-Rosa-Nat-32x32.png Arquivos vendas cursol plataformas de cursos onlinel vender cursos online - Netshow.me https://netshow.me/blog/tag/vendas-cursol-plataformas-de-cursos-onlinel-vender-cursos-online/ 32 32 OTT: a revolução na forma de fazer e consumir conteúdo em vídeo https://netshow.me/blog/ott-revolucao-conteudo-video/ Fri, 27 May 2022 15:25:00 +0000 https://netshow.me/blog/?p=8028 OTT é uma pequena sigla, mas que causou uma enorme transformação no mercado de vídeos global. Neste artigo, você vai descobrir o significado de Over The Top (OTT), porque isso revolucionou o mercado de vídeos e como ter sua própria plataforma OTT!

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Se você acompanha o mundo dos vídeos e está interessado em estratégias de marketing, já deve ter ouvido falar sobre plataformas OTT. Essas três letrinhas poderosas dão nome a uma forma de distribuir conteúdos que virou o mercado audiovisual de cabeça para baixo. E a tendência é que a força do OTT, ou Over The Top, continue a decolar.

Segundo estudo da Allied Market Research, o mercado OTT deve atingir o valor de US$ 1,039 trilhões até 2027. Isso representa uma taxa de crescimento anual (CAGR) de 29,4%, e as plataformas OTT no Brasil também têm ganhado cada vez mais espaço. Ou seja: ainda vamos ouvir muito sobre essa sigla por aí.

A seguir, prepare-se para mergulhar no mundo das plataformas OTT e descobrir tudo o que você precisa saber sobre este conceito de distribuição e monetização de conteúdos digitais: o que significa OTT, o que este conceito abrange, seu impacto no mercado audiovisual e como ter a sua própria plataforma OTT! Vamos nessa?

O que é OTT?

Over-the-top (OTT) é uma plataforma tecnológica que permite a distribuição de conteúdos de mídia por meio da internet diretamente para o usuário final. A sigla OTT é derivada da expressão em inglês “over the top”, ou “acima do topo” em tradução livre, e tem sido amplamente utilizada na indústria da mídia.

A principal diferença entre OTT e outros métodos tradicionais de distribuição de conteúdo, como televisão a cabo, satélite e radiodifusão, é que o OTT não requer intermediários, como operadoras de telecomunicações, para acessar o conteúdo.

Isso permite que os usuários tenham acesso a uma ampla variedade de opções de conteúdo sem a necessidade de assinar pacotes de serviços de televisão a cabo ou satélite.

Além disso, a tecnologia OTT também tem sido utilizada em aplicativos para telefones celulares, onde todas as comunicações são cobradas como dados, evitando a concorrência monopolística e permitindo aos usuários escolherem os serviços de mídia que desejam.

O OTT também tem aplicações em serviços de IPTV, em que os usuários podem acessar conteúdo de televisão através de sua conexão de internet.

Antes de surgirem essas plataformas e aplicativos, como você fazia para se comunicar ou consumir vídeos e áudios? Para assistir a um vídeo, você dependia da programação da TV. Para fazer uma ligação ou mandar uma mensagem de texto, precisava exclusivamente de um plano de telefone ou celular. E para ouvir música? Somente por rádio.

Atualmente, há inúmeras formas de se comunicar e consumir conteúdos por meio da internet. Algumas pagas, outras gratuitas. E o controle passou para as mãos dos usuários. São eles que decidem que plataforma utilizarão para assistir a vídeos ou ouvir áudios e definem sua própria programação.

Ou seja, a TV nada mais é do que um equipamento. E televisores, celulares, tablets e outros dispositivos continuarão sendo utilizados para o consumo de conteúdo audiovisual. Já as emissoras televisivas são justamente produtoras de conteúdo. Quem produz conteúdo não precisa depender somente de um formato de distribuição.

Embora os serviços OTT geralmente estejam relacionados a vídeos online, eles abrangem vários tipos de conteúdo. Assim, plataformas OTT podem utilizar formatos como podcasts, e-books, conteúdo ao vivo – e até mesclar todos!

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Como os serviços OTT revolucionaram o mercado de vídeos?

A explosão dos vídeos OTT não teria acontecido sem a ajuda da tecnologia de streaming. Com ela, o dispositivo baixa os dados do conteúdo quando você aperta o play e os armazena no dispositivo durante a exibição. Assim, tornou-se possível assistir vídeos online sem precisar fazer o download dos arquivos.

Dessa forma, é possível assistir a quantos vídeos quiser, quando quiser, de qualquer dispositivo – contanto que tenha acesso a um bom sinal de internet. Foi assim que a distribuição de vídeos pela internet no formato Over The Top começou.

Com o surgimento de serviços de streaming como o YouTube, qualquer produtor de conteúdo tem a oportunidade de distribuir vídeos online e ter a sua própria Web TV. Isso transformou a dinâmica de produção e consumo de conteúdo em vídeo.

Esta realidade também está presente no mundo corporativo. Muitas empresas estão criando suas próprias plataformas OTT de conteúdos para comunicação externa ou interna. Assim, é como se fosse uma Netflix da empresa com conteúdos relevantes para o público corporativo.

Segundo a pesquisa TIC Domicílios Cultura, realizada pelo Comitê Gestor da Internet (CGI), o hábito de consumo de áudio e vídeo via streaming só vem aumentando nos últimos anos e se consolidou no Brasil. Não à toa, 74% dos brasileiros declararam ter esse hábito.

Por isso, não é nenhum exagero dizer que o OTT transformou o mercado audiovisual ao mudar o paradigma da distribuição de conteúdos digitais, se adaptando cada vez mais à demanda do público.

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O Over The Top (OTT) significa o fim da TV?

Esta é uma pergunta muito comum quando falamos de OTT. Mas, para respondê-la, temos que revisitar o próprio conceito de TV. Ao falarmos de TV, vem à mente aquele equipamento que tem na sala de quase todos os brasileiros: o televisor. E, pelo televisor, assistimos à programação das emissoras televisivas.

Entretanto, hoje é possível assistir a essa programação também por meio de celulares e tablets. Assim como é possível utilizar o televisor para consumir vídeos de plataformas OTT como Netflix, Amazon Prime Video e Disney+.

O que o Over The Top está trazendo é a oportunidade das emissoras se reinventarem – e isso já está acontecendo. Diversas emissoras abertas e fechadas estão criando suas próprias plataformas OTT, disponibilizando sua programação online ou inclusive investindo em conteúdos transmídia (em que um conteúdo é explorado de diferentes maneiras em vários formatos, que se complementam).

Produtores de conteúdo audiovisual também estão sendo impactados positivamente com o avanço do OTT. Isso porque os vídeos online abriram inúmeras portas para a produção de conteúdos audiovisuais, seja em entretenimento, na educação a distância, em transmissão ao vivo, no uso corporativo e muito mais.

Outro resultado foi o crescimento dos conteúdos de nicho, que têm na internet uma grande aliada para ampliar seu alcance. Assim, fica mais fácil atingir um público mais segmentado e que muitas vezes não é contemplado pela mídia tradicional. Além disso, o alcance do conteúdo se torna ainda maior, pois a internet é acessível a todos e em qualquer localidade.

Como ter uma plataforma OTT?

Como falamos anteriormente, o conceito Over The Top tornou a produção de conteúdo mais democratizada. Assim, qualquer empreendedor digital pode vender seu conteúdo digital com uma plataforma white label adaptada à identidade de sua empresa.

Desta forma, este tipo de plataforma demanda investimento menor e pode ser usada para monetizar conteúdo de maneira escalável. Você pode usá-la como uma plataforma de cursos online, por exemplo.

Além disso, OTTs podem ser usadas para comunicação interna e como uma TV corporativa. E por que não organizar eventos online na sua própria plataforma?

Mas como criar a sua própria OTT? A seguir, falaremos sobre todos os pontos necessários. Confira:

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Quais os formatos de vídeo para um serviço OTT?

Ao cria a sua própria plataforma OTT, você pode usar conteúdo gravado e ao vivo na sua estratégia. E isso não significa que é necessário escolher somente um – afinal, o OTT permite que você mescle ambos de uma maneira que faça sentido para o seu público.

Para isso, avalie o tipo de conteúdo que pretende oferecer, a estrutura de produção que tem à disposição, e as preferências e hábitos da sua audiência. Além disso, é importante ter uma noção dos formatos de vídeo disponíveis em uma plataforma OTT. Vamos abordar exatamente isso a seguir!

Transmissão ao vivo

Assim como nas redes sociais e sites de vídeos, a OTT permite que você faça transmissões ao vivo online. Este formato pode ser usado transmitir para cursos online, masterclasses, treinamentos internos e ações de comunicação interna, shows, esportes e qualquer outro evento que você desejar.

Video On Demand

Já a opção por conteúdos gravados é possível graças ao Video On Demand (VOD). Aqui, você pode disponibilizar conteúdos previamente gravados para o público consumi-los sob demanda – assim, é possível ter um catálogo disponibilizar os materiais de maneira semelhante à Netflix.

Live e VOD

Como dito anteriormente, você pode ter uma plataforma que use conteúdos ao vivo e sob demanda ao mesmo tempo. Desta forma, dá para montar uma estratégia que contemple ambos os formatos e potencializar resultados. Lembre-se: é importante mesclar VOD e live de uma maneira que faça mais sentido para o seu público.

Quais os tipos de monetização para uma plataforma OTT?

Seu objetivo é fazer com que a plataforma OTT se torne fonte de receita? Existem quatro modelos de negócio aplicados a vídeos online que você pode usar. Confira!

SVOD

Sigla para Subscription Video On Demand, o SVOD é o modelo de assinaturas. Ou seja, você pode vender planos na periodicidade da sua escolha – sejam eles mensais, semestrais ou até anuais. Aqui, o usuário tem acesso a todo conteúdo disponibilizado na sua plataforma.

TVOD

Já o TVOD significa Transactional Video On Demand, mais conhecido como Pay-Per-View. Nele, os espectadores pagam por cada conteúdo que consumirem, sem planos de assinatura.

AOTT

Pretende monetizar sua OTT através de anúncios publicitários? Isso é possível graças ao AOTT – também conhecido como Advertising OTT. Com este modelo, o usuário não paga pelo acesso e a geração de receita acontece por meio de propagandas inseridas nos vídeos ou na plataforma.

Atualmente, a Netflix está considerando criar um plano de assinatura com anúncios que seja mais acessível para os usuários, em uma mudança com o potencial de reconfigurar todo o mercado de streaming.

SSOVOD

Para fechar a lista, existe um quarto modelo voltado às empresas que utilizam a plataforma para o público interno: o SSOVOD, sigla de Single Sign-On Video On Demand. Aqui, o acesso é feito apenas com um login – isso significa que os colaboradores precisam acessar a intranet da organização para ter acesso à plataforma.

Como escolher uma plataforma OTT?

Não é necessário ter uma equipe de desenvolvedores para criar uma plataforma OTT do zero – o que, convenhamos, demanda maiores investimentos.

Caso seu objetivo seja apenas ter uma forma gratuita e prática de disponibilizar os próprios vídeos, é possível criar um canal no YouTube ou outras plataformas de hospedagem de vídeos. Contudo, por ser uma plataforma pública, seus conteúdos podem ser alvo de cópias ilegais e pirataria. Se você busca um ambiente mais seguro, personalizável e com mais opções de monetização, a solução é procurar soluções profissionais.

A plataforma de vídeos Netshow.me OTT, por exemplo, permite a criação de uma plataforma totalmente personalizada e white label, com a identidade visual da sua marca. Você pode optar por oferecer o acesso aberto e gratuito, restrito por login e senha ou pago, por meio de pacotes de assinatura.

Além disso, você tem acesso a ferramentas para realizar transmissões ao vivo, monetizar via anúncios publicitários, captar leads e conferir relatórios completos de público e audiência.

Quer saber mais? Fale com um de nossos especialistas ou preencha o formulário abaixo e saiba como transformar seu negócio com sua própria plataforma OTT.

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Transmissão ao vivo na educação: gravar videoaula e outras aplicações https://netshow.me/blog/transmissao-ao-vivo-educacao-gravar-videoaula/ https://netshow.me/blog/transmissao-ao-vivo-educacao-gravar-videoaula/#respond Fri, 16 Mar 2018 13:07:25 +0000 https://netshow.me/blog/?p=5952 Gravar videoaula é apenas uma das diversas possibilidades de aplicação da transmissão ao vivo na educação. Se a única aplicação da transmissão ao vivo na educação que você consegue imaginar é gravar videoaula, prepare-se para ampliar sua estratégia. Há diversas possibilidades de utilizar o vídeo ao vivo em cursos e eventos, beneficiando tanto alunos quanto […]

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Gravar videoaula é apenas uma das diversas possibilidades de aplicação da transmissão ao vivo na educação.

Se a única aplicação da transmissão ao vivo na educação que você consegue imaginar é gravar videoaula, prepare-se para ampliar sua estratégia. Há diversas possibilidades de utilizar o vídeo ao vivo em cursos e eventos, beneficiando tanto alunos quanto instituições de ensino.

E engana-se quem pensa que essa tecnologia é indicada apenas para cursos online! A seguir, confira como a transmissão ao vivo pode ser usada na educação, quais os recursos oferecidos e dicas para fazer sua live.

Por que investir em vídeos ao vivo na educação?

A transmissão ao vivo consegue unir o melhor dos dois mundos quando falamos de educação. A interação em tempo real com os alunos que as aulas presenciais oferecem com o potencial de alcance que só as aulas online proporcionam.

Vamos usar como exemplo a ação mais comum, que mencionamos no início do texto: gravar videoaula. Imagine só a quantidade de potenciais alunos que você poderia atrair para um curso presencial ou online ao realizar um aula especial ao vivo pela internet, aberta a todo o público. É uma enorme vitrine para uma instituição de ensino!

Também dá para aproveitar o alto engajamento característico das lives para organizar um curso livre inteiro composto por videoaulas ao vivo. Dessa forma, os alunos poderiam comentar e tirar dúvidas em tempo real, ao contrário de cursos pré-gravados. Além disso, o vídeo estaria disponível posteriormente para quem não conseguiu assistir ao vivo ou quer rever o conteúdo.

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Outras maneiras de usar a transmissão ao vivo na educação

Pensa que parou por aí? Veja mais sugestões para incluir os vídeos ao vivo na sua estratégia de ensino presencial ou e-learning:

  • Aulas magnas, com convidados especiais e até mesmo mensagens da reitoria ou da direção dos cursos podem ser transmitidas ao vivo abertamente ao público ou exclusivamente para alunos de diferentes campi ou unidades.
  • As instituições de ensino podem alcançar um público ainda maior para palestras, workshops e outros eventos. Transmiti-los ao vivo é uma ótima forma de se aproximar da comunidade externa e divulgar os cursos.
  • Que tal criar uma opção de matrícula para realizar a distância um curso presencial? Assim, você pode transmitir a sua aula presencial ao vivo e levá-la para mais alunos acompanharem fora da sala de aula.
  • Com a transmissão ao vivo, é possível solicitar dados de contato dos espectadores antes de liberar o acesso ao vídeo. Isso significa uma grande oportunidade de captura de leads para divulgação dos cursos.

Saiba aqui como a Medcel conquistou milhares de leads com videoaulas ao vivo para candidatos de provas de residência médica.

Transmissão ao vivo na educação: gravar videoaula e outras aplicações 2

Plataformas para transmitir videoaulas ao vivo

Usar plataformas LMS ou plataformas de transmissão ao vivo?

É muito importante entender a diferença entre plataformas de transmissão ao vivo e os chamados LMS (Learning Management System). Blackboard, Moodle e outros LMS são amplamente utilizados em cursos de educação a distância, mas têm uma função diferente.

São ambientes que permitem a transmissão de videoaulas ao vivo, mas são voltados exclusivamente para a gestão do curso e dos alunos. Os LMS costumam ser fechados para estudantes e professores e oferecem recursos como fóruns, avaliações, gestão da grade curricular, acompanhamento do desempenho da turma, upload de materiais, entre outros.

Já as plataformas de transmissão ao vivo são ideais para transmissões abertas e de cursos livres, que não demandam um sistema complexo de gerenciamento de alunos. Basta disponibilizar o link para que os espectadores tenham acesso ao conteúdo.

Redes sociais como Facebook, YouTube e Instagram permitem a gravação de vídeos ao vivo. Entretanto, uma plataforma profissional como o Netshow.me Live oferece recursos que enriquecem a experiência do aluno e os resultados para a instituição.

Transmissão ao vivo na educação: gravar videoaula e outras aplicações 3

Interação em tempo real

Responda comentários e esclareça dúvidas dos alunos por meio do chat. Não deu para responder todas as dúvidas durante a transmissão? Emita um relatório do chat para entrar em contato com os alunos posteriormente.

Leads qualificados

Personalize as informações que você quer que os espectadores preencham para fazer o login e obtenha leads qualificados.

Segurança do conteúdo

Se a sua transmissão é voltada apenas para o público interno, restrinja o acesso por meio de senha ou lista de e-mails autorizados.

Personalize de acordo com suas necessidades

É possível criar uma página personalizada para a transmissão e inclusive inseri-la no site da instituição. Dá para incluir banners com link para materiais adicionais, página do curso, inscrição para o vestibular ou o que desejar. Uma página personalizada evita a dispersão da atenção que as redes sociais provocam.

Armazenamento de vídeos

Você pode optar por armazenar os vídeos ao vivo em um canal próprio para que os alunos acessem após a transmissão. Ou, se preferir, insira a gravação ou todo o canal em uma página própria do curso por meio de link embutido ou do upload do vídeo.

Gamificação

Aumente o engajamento da audiência com opções de gamificação. É possível, por exemplo, oferecer brindes e descontos nos cursos para as pessoas que mais compartilharem o link da transmissão.

Monetização

Realize eventos e cursos pagos com a opção de pay-per-view.

O que é preciso para gravar videoaula ou evento?

Como a transmissão será mais profissional, você pode contratar uma equipe de produção ou utilizar equipamentos profissionais. O primeiro caso é bastante indicado para as instituições que não têm equipamentos e profissionais especializados em vídeos ao vivo. O Netshow.me oferece esse serviço para quem quer segurança e qualidade na transmissão.

Se sua instituição tiver uma equipe com conhecimento técnico para fazer uma transmissão ao vivo, alguns equipamentos são indispensáveis para fazer a live de seu evento ou gravar videoaula ao vivo:

Transmissão ao vivo na educação: gravar videoaula e outras aplicações 4

Câmera

Webcams, handycams, câmeras profissionais… A escolha do tipo e da quantidade de câmeras que serão utilizadas para a transmissão depende do nível de qualidade da imagem que você deseja alcançar na gravação. Saiba mais.

Microfone e placa de som

A qualidade do áudio é ainda mais importante que a da imagem. Se os espectadores não conseguirem ouvir o que está sendo falado com clareza, com certeza sairão da live. Você pode optar pelo microfone da webcam, de um headset ou opções mais profissionais, como modelos de lapela, bastão e direcionais. Além disso, é necessário uma placa de som para converter o sinal do microfone em um formato digital. Saiba mais.

Placa de captura de vídeo

Assim como a placa de som, esse equipamento converte o sinal do vídeo para um formato digital. As placas de captura de vídeo são usadas para handycams e câmeras profissionais e têm uma faixa de preço bastante variada. Saiba mais.

Encoder

O encoder (codificador) é a ponte entre as placas de captura de vídeo e som e o servidor da plataforma de transmissão ao vivo. Ele é o responsável por fazer as imagens e áudio serem reproduzidos na tela do computador. Há encoders para todos os gostos, pagos e gratuitos. Saiba mais.

Programa para gravar tela

Para gravar videoaula sobre um software ou recurso específico do computador, uma opção é utilizar um programa que captura as imagens que estão na tela do seu computador. Dessa forma, você pode demonstrar na prática a utilização do software ou recurso. Geralmente, os encoders têm essa opção, como o do Netshow.me. Mas, se você preferir, pode utilizar outro programa de sua escolha e inserir a gravação durante sua transmissão. Saiba mais.

Confira tudo o que é preciso para fazer uma transmissão ao vivo profissional no e-book “Guia de produção de transmissão ao vivo”. Baixe gratuitamente aqui.

Dicas para gravar videoaula ao vivo

  • Falar com naturalidade é sempre melhor que decorar um texto em uma transmissão ao vivo. Porém, estudar o assunto e criar um roteiro para se guiar ajuda – e muito! – a não errar, gaguejar ou esquecer da fala.
  • Não é preciso um estúdio profissional para gravar videoaula. Uma sala com uma boa iluminação, sem ruídos externos e um cenário simples é o suficiente.
  • Não há um tempo médio de duração indicado para videoaulas. Mantenha o foco em fazer um conteúdo bom, apurado e gostoso de assistir.
  • Você pode inserir ilustrações, gráficos, tabelas e outros recursos visuais para incrementar seu conteúdo.
  • Procure assistir outras videoaulas ao vivo para entender melhor a dinâmica e se preparar para a live.
  • Utilize a descrição para colocar informações sobre o professor e os temas que serão abordados na aula. Isso ajuda a captar o interesse dos alunos.
  • Peça a ajuda de um colega para atuar como moderador no chat, ler as perguntas para serem respondidas ao vivo e responder comentários dos espectadores. Assim, você consegue se concentrar no conteúdo que preparou.

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